Reduza os gatilhos
Remova aplicativos, atalhos e conteúdos que mantêm a aposta presente na rotina. Menos exposição pode abrir espaço para uma decisão mais consciente.
Sobre o projeto
O Vivendo Sem Apostas nasceu para acolher uma conversa necessária sobre apostas e seus impactos. Hoje, amplia esse ponto de partida com ferramentas e orientações práticas para quem quer retomar o controle da vida financeira.
Nossa origem
O projeto começou com uma proposta simples: trocar o impulso das bets por pequenas ações reais. Organizar uma conta, conversar com alguém de confiança, reservar tempo para uma atividade ou dar um destino consciente ao dinheiro são passos mais úteis do que tentar recuperar uma perda com outra aposta.
Essa origem continua importante. Ao mesmo tempo, acreditamos que a prevenção também passa por criar hábitos que deixem as finanças mais visíveis e as decisões menos automáticas. Por isso, o Vivendo Sem Apostas reúne recursos de organização financeira prática, sem promessas de enriquecimento ou fórmulas prontas.
Nossa missão hoje
Ferramentas simples podem tornar uma decisão menos abstrata: enxergar quanto tempo de trabalho está envolvido em uma compra, acompanhar gastos ou começar a planejar uma meta. Elas não substituem acompanhamento profissional quando necessário, mas podem ser um começo concreto.
Apostas e comportamento financeiro
Apostas podem afetar orçamento, rotina, relações e saúde. Perdas não precisam ser perseguidas: interromper novas apostas, registrar a situação atual e priorizar o que é essencial costuma ser um caminho mais seguro para reorganizar o próximo passo.
Remova aplicativos, atalhos e conteúdos que mantêm a aposta presente na rotina. Menos exposição pode abrir espaço para uma decisão mais consciente.
Anote saldo, contas, dívidas e despesas essenciais sem a pressão de resolver tudo imediatamente. Visibilidade vem antes de planejamento.
Compartilhar a decisão com alguém de confiança e buscar orientação em saúde quando preciso são formas legítimas de cuidar de si.
Dados e fontes públicas
Os dados abaixo vêm de fontes públicas e se referem a recortes e períodos distintos. Eles ajudam a entender a escala do tema, mas não devem ser comparados como se medissem exatamente o mesmo fenômeno.
recebidos por mês, em média, por empresas de apostas online entre janeiro e agosto de 2024, segundo estudo do Banco Central.
Fonte: Banco Centralde pessoas fizeram transferências para empresas de apostas no período analisado pelo Banco Central.
Fonte: Banco Centralde brasileiros com 16 anos ou mais disseram ter apostado nos 30 dias anteriores à pesquisa DataSenado de 2024.
Fonte: DataSenadoatendimentos no SUS relacionados a jogo patológico e mania de jogo/aposta entre janeiro de 2018 e maio de 2025.
Fonte: Ministério da SaúdeQuando buscar ajuda
Se a vontade de apostar estiver frequente, difícil de controlar ou causando sofrimento, prejuízo financeiro ou conflitos, procurar apoio profissional pode ser importante. O Vivendo Sem Apostas é uma iniciativa educativa e não substitui atendimento em saúde.
Para orientação sobre serviços do SUS, a Ouvidoria-Geral do SUS atende pelo telefone 136.